Sou minha canção que foge lenta
Sou meu sentimento desse instante
Um cheiro qualquer, mais lancinante
Que o da brisa mansa da tormenta
Sou quando tu abres as janelas
E as poças de luz que, ao chão, derramas
Todo este rumor que há nas capelas
E o amor por ti de alguém que amas
Sou somente espectro, refúgio
Este é meu mais fiel amuleto
E de todos os meus eus dos quais só fujo
Não fuji desta certeza que me deu
(e enchi de alma e pranto este soneto):
De que tudo o que me assalta sou só eu!
Encenações, 2004, Editora Zouk.
Thiago Sogayar Bechara
Foto: Thiago Sogayar Bechara
Thiiii!!
to sem paciencia p escreve mtoo
+ adorei..jah falei
ainda bm q algm comeco a fazer blogs + criativos
eh bom msm ter suas coisas juntas…
tem um poko da minha cara msm…
beejoooo..adoreii!!
LINDOOOOO! Abração forte e sempre inspiração!
Bem, Thiago, tu acabou de passar lá no orkut e eu vim ver. Ainda não li todos p/classificar, segundo o meu gosto. Mas a identificação já sugere algo, né!? “Sou minha canção que foge lenta”. Desse daqui eu gostei, mesmo. Com mais calma, eu volto p/te ler mais. De qualquer forma, um bom resto de feriado e um ótimo f.d.s p/ti.
Gostei mto do seu tipo de poesia, é mto diferente do meu. Mas tão angustiante quanto. Parabéns pelos seus livros!
Bjux!